segunda-feira, 26 de novembro de 2012

#2 Declaração Universal dos Direitos Humanos do Homem - 1º B

ARTIGO I- “Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotadas de razão e consciência e devem agir em relação umas às outras com espírito de fraternidade.”
O artigo explica basicamente que todos os seres humanos são iguais perante a sociedade e a justiça, além disso, devido a capacidade de pensar, devem se tratar com o mínimo de respeito.
A princípio todas as pessoas sabem, provavelmente de forma indireta, do real significado desse artigo, pois isso acaba sendo imposto pela sociedade. Apesar disso, há sempre aquele que é reprimido diante da ameaça de alguém que não sabe respeitar o próximo, esquecendo assim, dos direitos humanos.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

#1 Declaração Universal dos Direitos Humanos do Homem - 1º B

Artigo I

De acordo com o artigo I da Declaração Universal dos Direitos Humanos do Homem, “Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotadas de razão e consciência e devem agir em relação umas às outras com espírito de fraternidade”; o que muito contradiz com a realidade vivida pela sociedade.
Se, desde o nascimento, fossemos dotados dos mesmos direitos, o que explica tanta desigualdade em questões básicas na vida do homem, como saúde, educação, moradia e segurança?
Com relação à saúde, pode-se associar “saúde pública” com “caos”, já que a falta de investimento por parte do governo não permite oferecer saúde de qualidade À população. As conseqüências são a falta de médicos, super lotação dos hospitais, falta de remédios e o sofrimento de quem precisa de atendimento.
Enquanto essa grande parcela da população clama por atendimento, uma minoria usufrui de atendimento rápido e de qualidade, coisa que o dinheiro pode comprar.
Fora a saúde, o homem necessita também de educação, algo essencial na formação de um cidadão, mas que, assim como a saúde publica, é bastante precária; e o contraste entre a pública e a particular é extremamente notável.
O pobre, estudante de escola pública, ainda é minoria dentre os aprovados em instituições de ensino superior; Isso quando não se vê obrigado a abandonar os estudos para trabalhar.
Moradia e segurança de qualidade também são privilégios de poucos, já que infelizmente, são adquiridos com dinheiro e não como um direito registrado por lei.
A segunda frase do artigo I destaca a relação do homem na sociedade, onde nós, dotados de razão e consciência, devemos agir em relação uns aos outros com espírito de fraternidade. Algo que nos tempos de hoje se tornou bastante incomum.
Isso se deve ao crescimento dos atos de violência e discriminação, que geralmente se dão por: preconceito a raça, origem e opção sexual.
Algo que muito contradiz um artigo da Declaração Universal dos Direitos Humanos do Homem não deveria acontecer com tanta freqüência. Não sem receber devida punição, pelo menos. Mas como hoje em dia esses artigos são como panfletos entregues na rua, que ninguém Le, ninguém liga, quem vai voltar seus olhos a essas contradições? A justiça? Sem, supostamente deveria, mas não é o que apresenta a realidade.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

DEBATE PR. SILAS MALAFAIA x CLAUDIO NASCIMENTO - RÁDIO GLOBO 21/10/2010 ...

Entraremos em um mundo mágico; não poderia ser diferente, porque discutir sobre o sobrenatural antecede a institucionalização das diversas formas de contato com o “Grande Outro”. Bem, vamos enfrentar algumas questões difíceis de compreensão como, por exemplo, a noção de que a fé não foi sacrificada em nome da razão. E, essa mesma fé é inserida nas dinâmicas sociais como um todo, ou melhor, o encontro subjetivo está intrínseco também em outras formas de ação, a balancear e/ou controlar as vontades mundanas. Essas questões complexas fazem parte do mundo social concreto e, por isso, a sociologia tende a interrogá-las e analisá-las.

Agora, vamos assistir o vídeo e postar os resumos dos grupos sobre a temática do mesmo.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Muito bem pelas atividades de 2012 (1º A e 1º B)!!!
Que lembremos sempre da diversidade do Brasil. Que saibamos distinguir o preconceito e afastá-lo das práticas. Que tentemos identificar a brasilidade. Que deixemos os muros abertos. Que a imagem de liberdade fique menos borrada. Que a partida seja menos oportunista. Que delimitemos o conceito vazio da lei e a prática transbordada da permissividade. Que a chegada seja transparente.
E, vamos em frente para a Cultura!!!

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Caros alunos (1º A e 1º B),

Estamos aqui para convidá-los a pensar um pouco – de forma muito exploratória – sobre a nossa formação cultural. Para essa viagem divertida, escolhemos um capítulo do livro do grande cientista social Darcy Ribeiro, que tem o título sugestivo de “O Povo brasileiro” (Capítulo IV – Os Brasis na História). Se a ciência é incapaz de responder de onde viemos e para onde vamos, – um campo de entrecruzadas batalhas entre o senso comum e científico – entretanto, temos habilidades para estudar e pesquisar sobre os arranjos da vida cultural. Logo, como BRASILEIROS, quais matizes nos definem como processo cultural? Índios, portugueses e negros, como se deu o intercâmbio cultural? Claro, não DEVEMOS esquecer que nesse conjunto – denominado Brasil – tivemos relações mediadas pelo domínio extremamente violento de uma categoria oficializada como indivíduos e outros como não-indivíduos. Então, Americano (somos americanos) X Europeu X Africano, foram os protagonistas de uma agonia em busca de uma Nação, e, cada uma dessas etnias teve papéis conflitantes, no intuito de uma posterior “unidade” Nacional. Bem, temos como desafio tentar entender: quais lutas foram travadas? Quem permanece em “berço esplêndido” e quem não “foge a luta” do dia-a-dia?

Agora, deixo com vocês e que tenhamos uma nova resposta para a antiga questão: quem é o Brasil+++eiro e não quem descobriu o Brasil. 


“É simplesmente espantoso que esses núcleos tão iguais e tão diferentes se tenham mantido aglutinados numa só nação. Durante o período colonial, cada um deles teve relação direta com a metrópole e o "natural" é que, como ocorreu na América hispânica, tivessem alcançado a independência como comunidades autônomas. Mas a história é caprichosa, o "natural" não ocorreu. Ocorreu o extraordinário, nos fizemos um povo‐nação, englobando todas aquelas províncias ecológicas numa só entidade cívica e política.” (Ribeiro, 1995, p. 271)